segunda-feira, 21 de maio de 2012






MONITORES LEDS



Acontece que para quem está buscando qualidade, assistindo programas e filmes em alta definição, o LED é bem melhor. Ele é o aparelho indicado para uso da tecnologia HDTV (HIGH DEFINITION TV). Embora algumas pessoas acreditem que o LED é uma tecnologia nova, ela já é usada algum tempo.
Para começar é preciso entender o que é um LED. Em português seria algo como "diodo emissor de luz", uma espécie de emissor de luz ultra resistente. No início, ele era usado apenas em produtos de microeletrônica e funcionava como sinalizador de avisos. Um bom uso do LED, que estamos acostumados a ver são as luzes presentes em alguns semáforos.
Pensando em qualidades primárias, uma das vantagens do LED é que como ele é minúsculo, ele possibilita que os aparelhos possam ser finos e leves, mesmo com um padrão de imagem HDTV. Isso acontece, porque o LED se apresenta como a mistura perfeita entre, a qualidade da imagem dos monitores de Plasma com a durabilidade do LCD.








JÁ as LEDS, trabalham com milhões de LEDS em vez de uma Única luz no fundo. Quando um pixel se fechar para reproduzir a cor preta, o seu LED vai apagar, tornando o "preto muito mais preto". Por isso a taxa de contraste muito superior a monitores de Plasma ou LCD.

Espero ter sido clara!









POSTADO POR: ELISABTE SANTOS DE JESUS
NO DIA 21/05/2012


































































POSTADO POR: ELISABTE SANTOS DE JESUS
NO DIA 21/05/2012







































Um HD por dentro

A foto abaixo mostra um HD aberto. Note que há indicativos que descrevem os componentes mais importantes.



Pratos e eixo: este é o componente que mais chama a atenção. Os pratos são os discos onde os dados são armazenados. Eles são feitos, geralmente, de alumínio (ou de um tipo de cristal) recoberto por um material magnético e por uma camada de material protetor. Quanto mais trabalhado for o material magnético (ou seja, quanto mais denso), maior é a capacidade de armazenamento do disco. Note que os HDs com grande capacidade contam com mais de um prato, um sobre o outro. Eles ficam posicionados sob um eixo responsável por fazê-los girar. Para o mercado de PCs, é comum encontrar HDs que giram a 7.200 RPM (rotações por minuto), mas também há modelos que alcançam a taxa de 10.000 rotações. Até pouco tempo atrás, o padrão do mercado era composto por discos rígidos com 5.400 PRM. Claro que, quanto mais rotações, melhor;
Cabeça e braço: os HDs contam com um dispositivo chamado cabeça (ou cabeçote) de leitura e gravação. Trata-se de um item de tamanho bastante reduzido que contém uma bobina que utiliza impulsos magnéticos para manipular as moléculas da superfície do disco e assim gravar dados. Há uma cabeça para cada lado dos discos. Este item é localizado na ponta de um dispositivo denominado braço, que tem a função de posicionar os cabeçotes acima da superfície dos pratos.

Atuador: também chamado de voice coil, o atuador é o responsável por mover o braço acima da superfície dos pratos e assim permitir que as cabeças façam o seu trabalho. Para que a movimentação ocorra, o atuador contém em seu interior uma bobina que é "induzida" por imãs.

Postado por :Eliana Caldas

Referência:

Monitor de Plasma LCD



Monitor Plasma

Uma tela de plasma ou ecrã a plasma é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP, Plasma Display Panel), que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo.
O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System), em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer, H. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson.
As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70, eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore) os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90.



(1) Monitor de plasma Samsung 42 pol.             (2) Panasonic TH-50PH8UK 50" Plasma Monitor
PPM42M5SB 1280 x 1024






POSTADO POR: Caroline Moreira e Antonio Carlos


PROFESSORA: Rosana Barbosa
TURMO:Vespertino


Os primórdios
Surge a primeira tela


Em meados dos anos 50 exibir os dados processados em uma tela era algo digno de ficção científica. Na verdade, a própria televisão ainda era uma novidade que começava a se tornar popular.
Os primeiros computadores, aqueles que ocupavam vários metros cúbicos e centenas de metros de cabos, utilizavam cartões perfurados como entrada e muitas páginas de impressão de dados como monitoramento. Somente o cérebro prodigioso dos programadores da época era capaz de compreender o que os incontáveis caracteres significavam.
Não é difícil deduzir que uma máquina assim jamais assumiria o título de “pessoal”, mas felizmente o advento televisivo contribui para a maior guinada do monitoramento computacional. Muito afastado do conceito atual de monitores, o teleimpressor utilizava uma televisão para imprimir os mesmos caracteres em uma tela de vidro, economizando um bocado de papel.

 

Postado por: Daivana Conceição e Eliana Caldas.
Leia mais em:
http://www.tecmundo.com.br/2350-a-historia-dos-monitores.htm#ixzz1vWw1HPfa

Monitores LCD

Um display de cristal líquido, acrônimo de LCD (em inglês liquid crystal display), é um painel fino usado para exibir informações por via eletrônica, como texto, imagens e vídeos. Seu uso inclui monitores para computadores, televisores, painéis de instrumentos e outros dispositivos, que vão desde cockpit de aeronaves, displays em computadores de bordo de automóveis, a dispositivos de utilização diárias, tais como leitores de vídeo, dispositivos de jogos, relógios, calculadoras e telefones.



Vantagens

  1. Os monitores do tipo LCD possuem uma tela que é realmente plana, eliminando as distorções de imagem dos monitores do tipo tubo de raios catódicos, ou CRT (que têm suas telas curvas);
  2. Cansam menos a vista;
  3. Consomem menos energia;
  4. Emitem pouquíssima radiação nociva (alguns modelos já não emitem radiação nociva alguma);
  5. Modelos recentes têm correções de distorções, deixando as imagens em estado harmônico e mais real, mesmo em movimento.

Desvantagens

  1. Têm o ângulo limitado a uma visão perpendicular (90º), sofrendo com o problema do black light e white light, embora isso aconteça apenas em modelos mais antigos. Atualmente, a maioria dos monitores de LCD chegam a 178º de visão.
  2. A persistência do estado lógico dos pixels LCD pode levar a efeitos de "arrasto" na exibição de imagens com movimento.
  3. A resolução não é constante, com perdas de 50% em imagens em movimento(em modelos mais antigos).
  4. Não tem boa definição com fontes SDTV: TV aberta e cabo analógica, DVD, SKY SD (480i).

Tipos de LCD

- TN (Twisted Nematic)
- IPS (In-Plane Switching)
- AFFs (Advanced Fringe Field Switching)
- VA (Vertical Alignment)
- ASV (Advanced Super View)
- Super PSL (Plane-to-line Switching)




Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/LCD
http://www.infowester.com/lcd_plasma_oled.php#lcd_ou_plasma


Postado: Emerson e Luiz Antonio 








                    Monitor CRT


   É o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens.
Este tipo de monitor tem como principais vantagens:
  1. longa vida útil;
  2. baixo custo de fabricação;
  3. grande banda dinâmica de cores e contrastes; 
  4. grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na imagem).
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são:
  1. suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode ter até 50 cm de profundidade e pesar mais de 20 kg); 
2 .o consumo elevado de energia

Principais características técnicas

Para a especificação de um monitor de vídeo, as características técnicas mais relevantes são:
 
 
 Postado por : Gleissenara Santana e Miriane da Silva
 



 

''GEOMETRIA DOS DISCOS"


    GEOMETRIA DOS DISCOS”

    *Trilha
    *Cilindro
    *Setor
    *Cabeça ou lado
Os platters de um disco duro têm dois lados para gravar os dados. Cada superfície do platter tem os círculos concêntricos invisíveis nela, que são escritos na superfície como a informação magnética durante o formato do disco duro. Estes círculos são chamados trilhas. Toda a informação armazenada em um disco duro é gravada nas trilhas. As trilhas estão numeradas, começando de 0, começando pela parte externa do platter e aumentando enquanto você vai dentro. Sobre o número máximo das trilhas e dos cilindros, nós discutiremos em detalhe nos capítulos seguintes. Entretanto para agora nós podemos começar o conhecimento da geometria física do nível baixo de números máximos dos cilindros, das trilhas, das cabeças (lados) e dos setores.




Nome
Partir de
Limite do fim
Número total
Cilindros
0
1023
1024
Cabeças
0
255
256
Setores
1
63
63






Na superfície do platter de um disco duro, os dados são alcançados movendo as cabeças do interno para a parte exterior do disco. Esta organização dos dados permite o acesso fácil a qualquer parte do disco, que é porque os discos são chamados dispositivos de armazenamento do acesso aleatório.




Uma unidade de disco constitui-se de um ou mais pratos (discos) sobrepostos, cobertos por uma camada magnética. Existe uma cabeça de leitura-gravação para cada superfície. Cada superfície é dividida em anéis concêntricos (as trilhas) e uma trilha é dividida em setores, onde um setor tem, normalmente, 512 bytes.
As trilhas são numeradas de fora para dentro. Um conjunto de trilhas com o mesmo raio forma o cilindro. As cabeças de leitura-gravação são movimentadas conjuntamente, posicionando-se no mesmo cilindro.
Essa geometria básica fornece um modelo para localização do setor, chamado CHS (cylinder, head, sector). O número do cilindro, juntamente com o número da cabeça, fornece a localização da trilha. Identificando-se a trilha, pode-se localizar um determinado setor. Esse esquema é tridimensional, sendo necessário conhecer sempre os três parâmetros para localização do setor.
O padrão LBA (logical block address) é mais simples. Os setores são identificados seqüencialmente (linearmente), começando da trilha mais externa. Se houver mais de um prato, cada superfície é numerada (a partir de zero) -- o setor zero é o primeiro setor na trilha zero, cabeça (superfície) zero. Essa é uma identificação unidimensional. Cabe à controladora no disco transformar esse número lógico de setor com a sua localização física no disco (mapeando cilindro, cabeça e setor correspondente).










POSTADO POR: Caroline Moreira Pereira










PROFESSORA: Rosana Barbosa
TURMO:Vespertino